05/02/2026
Os eosinófilos são um tipo de leucócito (glóbulo branco) essencial na resposta imunológica, principalmente em processos alérgicos, parasitários e inflamatórios crônicos. Apesar de sua vida média no sangue ser curta, cerca de 1 hora em cães e 4 a 6 horas em geral, eles migram rapidamente para os tecidos, onde desempenham funções fundamentais de defesa.
A avaliação correta do número de eosinófilos no hemograma fornece informações importantes sobre o estado imunológico do paciente e pode indicar causas subjacentes de alterações hematológicas.
Eosinofilia: quando os eosinófilos estão elevados
O aumento de eosinófilos, chamado eosinofilia, está geralmente associado a processos crônicos, pois inflamações agudas raramente elevam significativamente esses leucócitos.
As principais causas incluem:
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● reações alérgicas, como Dermatite Alérgica à Picada de Pulga (DAP);
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● infestações parasitárias, incluindo vermes intestinais e ectoparasitas;
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● leucemias eosinofílicas;
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● doenças eosinofílicas específicas;
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● hipoadrenocorticismo (doença de Addison);
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● neoplasias, como mastocitomas e linfomas de células T.
Quando essas causas mais comuns são descartadas, podem ser investigadas condições menos frequentes, como certos tumores sólidos e síndromes imunológicas.
A presença de eosinofilia, portanto, funciona como um sinal de alerta para investigar causas alérgicas, parasitárias, endócrinas ou neoplásicas.
Eosinopenia: quando os eosinófilos estão baixos
A redução dos eosinófilos, conhecida como eosinopenia, ocorre frequentemente devido à ação do cortisol, seja por excesso endógeno (hiperadrenocorticismo) ou terapias com corticosteroides.
Além disso, inflamações ou infecções agudas podem provocar eosinopenia devido a:
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● migração rápida dos eosinófilos para tecidos;
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● supressão temporária da produção medular.
Níveis baixos de eosinófilos, assim como níveis elevados, fornecem informações relevantes sobre o estado imunológico e inflamatório do paciente.
Interpretando os eosinófilos no contexto clínico
A análise do hemograma deve sempre considerar:
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● Histórico clínico do paciente;
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● Duração e cronicidade do processo inflamatório;
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● Uso de medicamentos, especialmente corticosteroides.
Somente integrando esses fatores é possível diferenciar se alterações nos eosinófilos estão relacionadas a causas alérgicas, parasitárias, endócrinas ou neoplásicas, evitando diagnósticos equivocados e direcionando exames complementares e tratamentos adequados.
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Alterações no número de eosinófilos, seja eosinofilia ou eosinopenia, devem sempre ser interpretadas com atenção. Elas refletem a atividade do sistema imunológico e podem indicar doenças crônicas, alérgicas, parasitárias, endócrinas ou neoplásicas.
Uma interpretação cuidadosa, alinhada ao contexto clínico e histórico do paciente, é essencial para diagnósticos precisos e condutas terapêuticas adequadas. O ZooGene oferece suporte completo nessa análise, garantindo segurança e confiabilidade na interpretação hematológica.
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